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China e Brasil discutem a interdisciplinariedade no contexto de redução de riscos de desastres

Coordenador-geral do Cemaden/MCTIC, convidado pela New York University de Shangai, proferiu palestra sobre as atividades desenvolvidas na área de monitoramento e pesquisas para redução de desastres naturais no Brasil, no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica-Científica entre Brasil e China.

“Novas oportunidades em Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em Redução de Riscos de Desastres no Contexto da Parceria China-Brasil” foi tema da palestra apresentada pelo coordenador-geral de Pesquisas e Desenvolvimento, Eduardo Mediondo,  do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden)-  do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – na China, na semana passada, a convite da New York University, no campus de Shanghai (NYU-Sh).

No âmbito do Acordo de Cooperação entre China e Brasil,  a palestra proferida fez parte da agenda de reuniões científicas previstas  no intercâmbio entre pesquisadores do Cemaden e pesquisadores das áreas de Matemática, Estatística, Economia, Ciências Sociais, Engenharias, Física e Ciências da Computação da New York University de Shangai.

“Durante a  reunião propôs-se  novos projetos interdisciplinares que incorporem as diferenças e semelhanças dos padrões de vulnerabilidade em ambas as  comunidades, China e  Brasil.”, ressaltou  Eduardo Mendiondo. “Buscamos priorizar o envolvimento de jovens talentos da China e do Brasil, por meio de estudos de casos em regiões metropolitanas, como por exemplo, as cidades de Shangai e de São Paulo. Ambas têm aproximadamente o mesmo número de habitantes, aproximadamente 25 milhões de pessoas,  que sofrem, anualmente, com desastres.”, explicou Mediondo.

Destaca-se que a palestra proferida inseriu-se na agenda de reuniões internacionais que o Cemaden/MCTIC prioriza e que devem incluir outros países da Europa e da Ásia para tratar do Protocolo Pós-Sendai 2015-2030 sobre a redução de risco de desastres. O marco pós-2015 foi adotado na Terceira Conferência Mundial sobre Redução do Risco de Desastres, realizada em março de 2015, em Sendai, no Japão.

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