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Cemaden participa de Oficina Indicadores e Sistema de Alerta e Alarme para Inundações na Amazônia e Secas no Semiárido aplicados ao setor de Saúde

Pesquisadoras do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) participaram da “Oficina Indicadores e Sistema de Alerta e Alarme para Inundações Graduais na Amazônia Legal e Secas no Semiárido”, promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), evento que reuniu profissionais multidisciplinares para elaborar o projeto de fortalecimento da capacidade de preparação e resposta do Sistema Único de Saúde, com atuação nas emergências de Saúde Pública em desastres naturais.

As pesquisadoras do Cemaden da área de agrometeorologia e impactos da seca no semiárido, Ana Paula Cunha e da área de vulnerabilidade socioambiental e saúde pública, Luciana Londe,  participaram da reunião técnica, nos dias 28 e 29 de novembro, no Rio de Janeiro (RJ), a convite do professor Carlos Machado Freitas, da Fiocruz, que coordena o projeto “Emergência em Saúde Pública por Desastres no Sistema Único de Saúde: inundações graduais na Região Amazônica e seca e estiagem no Semiárido”.

“Os desastres extensivos, como inundações graduais e secas podem causar diferentes impactos, principalmente no setor saúde”, explica a pesquisadora do Cemaden, Luciana Londe, que abordou, durante o evento, os “Sistemas de alerta e inundações graduais”, explicando a diferença entre os sistemas de monitoramento e alerta para várias tipologias de desastres. Fez a abordagem específica sobre o contexto de alertas para inundações graduais.

A pesquisadora Ana Paula Cunha fez a apresentação sobre “Monitoramento de Secas e Estiagem”, explicando como este monitoramento é realizado pelo Cemaden. “As secas recorrentes no semiárido podem afetar a segurança alimentar da região, que já é vulnerável dos pontos de vista climático e social” afirma a pesquisadora do Cemaden e complementa: “É importante que as instituições tenham esta iniciativa de articulação entre setores para compreender a melhor forma de lidar com estes desafios”.

Durante a oficina, foram discutidos indicadores, parâmetros e critérios para análise de vulnerabilidades e impactos na saúde relacionados a desastres extensivos.

Além do Cemaden- unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), participaram das discussões representantes das seguintes  instituições : Fiocruz e do Ministério da Saúde,  do Serviço Geológico do Brasil (CPRM- Ministério das Minas e Energia), da Agência Nacional de Águas (ANA), do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CENAD-  do Ministério do Desenvolvimento Regional), da Universidade de Brasília (UnB), do Instituto Nacional do Semiárido (INSA/MCTIC), da Fundação de Vigilância em Saúde do Estado do Amazonas e  da Secretaria Estadual de Saúde do Ceará.

O resultado dos trabalhos será a elaboração de um  Guia de Preparação e Respostas do Setor Saúde para secas no semiárido e para inundações graduais na Amazônia.

(Fonte: Ascom/Cemaden)

 

 

 

 

 

 

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