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MONITORAMENTO DE SECAS E IMPACTOS NO BRASIL – SETEMBRO/2020

SUMÁRIO (clique aqui)

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Em relação ao mês de agosto, o Índice Integrado de Seca (IIS) referente ao mês de setembro aponta a intensificação da seca principalmente na Região Centro-Oeste e no estado de São Paulo. O estado do Mato Grosso é aquele de maior atenção em relação à seca, uma vez que grande parte dos municípios do interior foram categorizados com intensidades de secas variando de moderada à extrema. O mesmo para a região noroeste do estado de São Paulo, em que 23 municípios foram classificados com seca extrema no mês de setembro.

De acordo com a avaliação dos impactos da seca em áreas de atividades agrícolas e/ou pastagens, 232 municípios da Região Nordeste apresentaram pelo menos 40% de suas áreas de uso impactadas no mês de agosto, sendo a maior parte deste localizados no estado do Maranhão. Na Região Norte, 167 municípios apresentaram mais do que 40% de suas áreas de uso impactadas, a maior parte destes localizados no Pará e Rondônia.  Nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul estes números foram de 229, 521 e 282 municípios, respectivamente. Nessas regiões, os estados mais afetados foram Mato Grosso e São Paulo.

Com relação aos impactos da seca nos recursos hídricos, na Região Sul destacam-se a usina hidrelétrica (UHE) Itaipu, com vazão afluente de 80% da média histórica, a UHE de Barra Grande, com vazão afluente de 48% do esperado no mês. Na Região Centro-Oeste, na UHE Serra da Mesa as vazões afluentes ao reservatório estão 15% abaixo da média e o nível de armazenamento atingiu 32% no final de setembro. Na Região Sudeste, destaque para a UHE de Furnas, com vazões afluentes 53% abaixo do esperado, e armazenamento de 38%. No Sistema Cantareira, principal sistema hídrico da Região Metropolitana de São Paulo, com vazão afluente próxima a 25% da média histórica do mês de setembro, 2a menor vazão observada desde 2004, e armazenamento em torno de 41,5% do volume útil, situação similar a setembro de 2013 (pré-crise).

A partir deste início de outubro as condições no Oceano Pacífico Tropical são de uma La Niña, isto é, um resfriamento das águas superficiais no Oceano Pacífico e um enfraquecimento dos ventos alísios. As chances são acima de 70% para que este padrão perdure até janeiro-fevereiro-março (JFM) de 2021. É importante lembrar que a La Niña atua no sentido de desfavorecer a precipitação na Região Sul e no sul do Brasil-Central, regiões que vêm apresentando sinais de impactos devido à seca. As previsões sazonais multimodelo de chuva do International Research Institute e do CPTEC/INMET/FUNCEME (ambas produzidas em setembro/2020) concordam em prever condições desfavoráveis para chuva nos estados da Região Sul e na porção centro-sul do Brasil (principalmente Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e Paraná), durante outubro-novembro-dezembro de 2020 (OND/2020). Portanto, é apropriado manter um estado de atenção para estas regiões. As previsões subsazonais indicam um cenário desfavorável para a precipitação nas regiões supra citadas até final de outubro/2020.

A. ÍNDICE INTEGRADO DE SECA (IIS) PARA O BRASIL:  SETEMBRO/2020

Índice Integrado de Seca (IIS) referente ao mês de setembro de 2020 nas escalas: a) 3 meses (IIS-3, esquerda) e b) 6 meses (IIS-6, direita).

FAÇA O DOWNLOAD DO IIS

Saiba mais sobre o Índice Integrado de Seca (IIS)

Saiba mais sobre o Índice Integrado de Seca (IIS)

O Índice Integrado de Seca (IIS) consiste na combinação do Índice de Precipitação Padronizada (SPI) com o Índice de Suprimento de Água para a Vegetação (VSWI) ou com o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), ambos estimados por sensoriamento remoto. Para integrar o IIS, o SPI é calculado a partir de dados observacionais de precipitação disponíveis no CEMADEN, no Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Centros Estaduais de Meteorologia. O cálculo do SPI é baseado na formulação proposta por Mckee et al. (1993), considerando as escalas de 3, 6 e 12 meses, obtendo-se o produto final na resolução espacial de 5km. O IIS possui as seguintes classes: condição normal (6), seca fraca (5), seca moderada (4), seca severa (3), seca extrema (2) e seca excepcional (1).

B. MONITORAMENTO DOS IMPACTOS DA SECA: VEGETAÇÃO E AGRICULTURA
Mapa de Índice da Saúde da Vegetação (VHI) para o Brasil referente ao mês de setembro e gráfico das áreas impactadas pela seca por região (áreas com VHI < 30)

Saiba mais sobre o Índice de Saúde da Vegetação (VHI)

Saiba mais sobre o Índice de Saúde da Vegetação (VHI)

O Índice de Saúde da Vegetação (VHI) da NOAA/NESDIS é calculado a partir de dados do Índice de Vegetação da Diferença Normalizada (NDVI, sigla em inglês) e temperatura de brilho, devidamente calibrados e filtrados, resultando da composição de dois sub-índices, o VCI (Vegetation Condition Index) e o TCI (Temperature Condition Index). O NDVI e a temperatura de brilho apresentam dois sinais ambientais distintos, o de resposta lenta do estado da vegetação (clima, solo, tipo de vegetação) e o de resposta mais rápida relacionado com a alteração das condições atmosféricas (precipitação, temperatura, vento, umidade). Este índice permite identificar o início/fim, área afetada, intensidade e duração da seca e sua relação com os eventuais impactos.

C. MONITORAMENTO DOS IMPACTOS DA SECA NA REGIÃO NORDESTE
Índice Integrado de Seca (IIS): Setembro/2020

Avaliação do IIS para o mês de setembro em comparação com o mês de agosto:

  • Seca Fraca: Aumento de 542 para 660 municípios.
  • Seca Moderada: Aumento de 212 para 232 municípios.
  • Seca Severa: Redução de 65 para 29 municípios.
  • Seca Extrema: Redução de 1 paramunicípio.
  • Seca Excepcional: 0 município.
Estimativa das Áreas Agroprodutivas Afetadas por Município: Setembro/2020

Com relação à avaliação dos impactos da seca em áreas de atividades agrícolas e/ou pastagens, de acordo com o índice VHI, 232 municípios apresentaram pelo menos 40% de suas áreas de uso impactadas no mês de setembro, uma redução de aproximadamente 37% em relação ao mês anterior. Os estados que registraram impactos da seca em áreas agroprodutivas foram Alagoas (11), Bahia (21), Ceará (10), Maranhão (70), Paraíba (33), Pernambuco (24), Piauí (29), Rio Grande do Norte (25) e Sergipe (9). Todos os estados citados tiveram pelo menos dois municípios com mais de 80% de sua área agroprodutiva afetada.

Água disponível no solo – Média por microrregiões: Setembro/2020

A fração de água disponível no solo para o mês de setembro de 2020 é mostrada na Figura abaixo. Os dados são derivados da rede observacional do Cemaden e a fração de água no solo é calculada como uma média para cada microrregião dentro da delimitação do semiárido. Nessa figura, são mostradas todas as microrregiões. A maioria das regiões apresenta valores baixos de água no solo, dado que setembro não faz parte de nenhuma quadra chuvosa na região.

D. MONITORAMENTO DOS IMPACTOS DA SECA NA REGIÃO NORTE
Índice Integrado de Seca (IIS): Setembro/2020 

Avaliação do IIS para o mês de setembro em comparação com o mês de agosto:

  • Seca Fraca: Redução de 194 para 173 municípios.
  • Seca Moderada: Aumento de 49 para 64 municípios.
  • Seca Severa: Permanecem 2 municípios.
  • Seca Extrema: município.  
  • Seca Excepcional: município.
Estimativa das Áreas Agroprodutivas Afetadas por Município: Setembro/2020

Com relação à avaliação dos impactos da seca em áreas de atividades agrícolas e/ou pastagens, de acordo com o índice VHI, 167 municípios apresentaram pelo menos 40% de suas áreas de uso impactadas no mês de setembro. Os estados do Pará e Rondônia foram os mais afetados, em termos do total de municípios e em relação ao percentual de área agroprodutiva afetada pelo segundo mês consecutivo.

E. MONITORAMENTO DOS IMPACTOS DA SECA NA REGIÃO CENTRO-OESTE
Índice Integrado de Seca (IIS): Setembro/2020 

Avaliação do IIS para o mês de setembro em comparação com o mês de agosto:

  • Seca Fraca: Redução de 258 para 104 municípios.
  • Seca Moderada: Aumento de 88 para 156 municípios.
  • Seca Severa: Aumento de 10 para 111 municípios.
  • Seca Extrema: Aumento de 0 para  municípios.  
  • Seca Excepcional: município.
Estimativa das Áreas Agroprodutivas Afetadas por Município: Setembro/2020

Com relação à avaliação dos impactos da seca em áreas de atividades agrícolas e/ou pastagens, de acordo com o índice VHI, 229 municípios apresentaram pelo menos 40% da área agroprodutiva afetada no mês de setembro, mais do que o dobro do mês anterior (104). Mato Grosso foi o estado mais afetado, com 20 municípios com 40% a 60% da sua área agroprodutiva afetada pela seca, 51 de 60% a 80% e 52 municípios com mais de 80% da área agroprodutiva afetada.

 

F. QUEIMADAS NO PANTANAL

De acordo com os dados do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais (LASA/UFRJ), as áreas queimadas no Pantanal entre o mês de janeiro a 11 de outubro já somam 4.117.000 ha. Para mais detalhes, consulte o relatório na íntegra: https://lasa.ufrj.br/news/burned-area-pantanal-2020/ .

G. MONITORAMENTO DOS IMPACTOS DA SECA NA REGIÃO SUDESTE
Índice Integrado de Seca (IIS): Setembro/2020

Avaliação do IIS para o mês de setembro em comparação com o mês de agosto:

  • Seca Fraca: Aumento de 447 para 514 municípios.
  • Seca Moderada: Aumento de 232 para 277 municípios.
  • Seca Severa: Aumento de 47 para 132 municípios.
  • Seca Extrema: Aumento de 0 para  23 municípios.  
  • Seca Excepcional:  município.
Estimativa das Áreas Agroprodutivas Afetadas por Município: Setembro/2020

Com relação à avaliação dos impactos da seca em áreas de atividades agrícolas e/ou pastagens, de acordo com o índice VHI, 521 municípios apresentaram pelo menos 40% de suas áreas de uso impactadas no mês de setembro, um aumento de 300% em relação ao mês anterior. O estado com mais municípios afetados foi São Paulo (318), que teve 129, 107 e 82 municípios com, respectivamente, 40% a 60%, 60% a 80% e acima de 80% da área agroprodutiva afetada.

H. MONITORAMENTO DOS IMPACTOS DA SECA NA REGIÃO SUL
Índice Integrado de Seca (IIS): Setembro/2020

Avaliação do IIS para o mês de setembro em comparação com o mês de agosto:

  • Seca Fraca: Aumento de 79 para  356 municípios.
  • Seca Moderada: Aumento de 12 para 25 municípios.
  • Seca Severa: Redução de 2 para  0 município.
  • Seca Extrema: município.  
  • Seca Excepcional: município.
Estimativa das Áreas Agroprodutivas Afetadas por Município: Setembro/2020

Com relação à avaliação dos impactos da seca em áreas de atividades agrícolas e/ou pastagens, de acordo com o índice VHI, 282 municípios apresentaram pelo menos 40% de suas áreas de uso impactadas no mês de setembro. O Paraná foi o estado com maior número de municípios com mais de 40% das áreas agroprodutivas afetadas (148 municípios, sendo 47 municípios (área entre 60% a 80%) e 19 municípios (área acima de 80%).

 I. REGISTROS DE IMPACTOS NA PRODUÇÃO AGRÍCOLA

Uma redução na produtividade do milho 2ª safra foi registrada em São Paulo (superior a 17% em relação à safra anterior) e Paraná (5.012 kg/ha – abaixo da obtida na safra anterior: 6.004 kg/ha), conforme informações do Boletim da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) do mês de setembro de 2020. Enquanto um atraso no plantio da safra 2020/21 de soja tem sido observado em diversos estados, como Mato Grosso, Paraná e São Paulo, com a possibilidade de diminuição da janela de plantio do milho 2ª safra que ocorre em seguida da colheita da soja, segundo informações do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja MT) e do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral). No estado do Paraná, ainda, a escassez de chuvas tem dificultado o plantio de outras culturas, como a cultura da mandioca, a qual também apresentou problemas como a colheita prejudicada devido ao solo muito seco e o atraso no desenvolvimento das novas lavouras, como informado pelo Deral.

 

J. MONITORAMENTO DOS IMPACTOS DA SECA: RECURSOS HÍDRICOS
Monitoramento da Seca Hidrológica – Reservatórios de abastecimento público de água e para geração de energia hidrelétrica (UHE)

A Figura a seguir apresenta o IIS-6 e o Índice Padronizado de Vazão na escala de 12 meses (SSFI-12) para a bacia do rio Paraguai na estação Ladário, bacias afluentes aos reservatórios das UHE de Serra da Mesa, Três Marias, Furnas, Segredo, Barra Grande, Passo Real e Itaipu, e as bacias afluentes aos reservatórios do Sistema Cantareira. O IIS-6 mostra situação de seca moderada a extrema nas bacias localizadas nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, exceto nas bacias das UHE Serra da Mesa e Três Marias, corroborado pelo SSFI-12. Com relação ao sistema Cantareira (polígono preto em destaque), também no Sudeste do país, se observa condição de seca moderada a severa. Na Região Sul, nota-se condições de normalidade a fraca em grande parte das bacias de drenagem dos reservatórios das UHEs Segredo (polígono verde escuro), Barra Grande (polígono rosa) e Passo Real (polígono azul). No entanto, o SSFI-12 mostra condição de seca moderada a extrema, com maior criticidade para Barra Grande. A bacia do rio Paraguai, a montante de Ladário, apresenta uma condição de seca de moderada a extrema em relação ao ISS-6 e seca severa com relação ao SSFI-12. Na bacia de drenagem da UHE Itaipu (polígono marrom) observa-se condição de seca moderada a severa em relação ao IIS na maior parte, com regiões de seca extrema a excepcional, sobretudo na porção norte da bacia.

Em setembro de 2020, a vazão afluente no Sistema Cantareira, principal sistema hídrico que abastece a Região Metropolitana de São Paulo, foi aproximadamente 25% da média histórica do mês e os reservatórios operaram, no dia 30 de setembro, com 41,5% do volume útil, representando uma queda de mais de 6% em relação ao mês passado, e em situação similar a setembro de 2013 (pré-crise). (Para mais detalhes, consulte o relatório na íntegra: http://www.cemaden.gov.br/situacao-atual-e-projecao-hidrologica-para-o-sistema-cantareira-30092020/).

Para o reservatório da UHE Três Marias, a vazão natural, em setembro de 2020, representou 67% da média histórica do mês e o reservatório operou, em 30 de setembro de 2020, com 67% de seu volume útil armazenado, apresentando uma queda de 10% em relação ao mês passado. Com relação ao reservatório da UHE Serra da Mesa, a vazão natural representou 85% da média histórica do mês. O reservatório operou, no dia 30 de setembro, com 32% de seu volume útil, apresentando uma ligeira queda com relação ao mês passado. (Para mais detalhes, consulte o relatório na íntegra: http://www.cemaden.gov.br/situacao-atual-e-projecao-hidrologica-para-o-reservatorio-de-serra-da-mesa-bacia-do-rio-tocantins-05102020/). A vazão natural da UHE Furnas representou 47% da média histórica do mês de setembro, e o armazenamento no reservatório atingiu 38% do volume útil.

Para a Região Sul do país, na bacia hidrográfica da UHE Itaipu, localizada no Rio Paraná – Santa Catarina, uma das maiores hidrelétricas do mundo, a vazão afluente foi 80% da média histórica para o mês de setembro, representando uma queda em relação ao mês anterior. As defluências das barragens a montante da UHE Segredo (Gov. Ney Aminthas de Barros Braga), localizadas no Rio Iguaçu, ocorridas durante o mês de setembro, contribuíram para o aumento das vazões afluentes ao reservatório. A vazão afluente em setembro foi aproximadamente 87% da média histórica do mês, representando uma melhoria em relação ao mês passado, porém, o nível de armazenamento no reservatório reduziu de 33% no final de agosto para 28% no final de setembro. Na bacia afluente à UHE Barra Grande (no rio Uruguai, entre os estados de RS e SC) a vazão representou 48% em setembro, representando uma queda com relação ao mês anterior, e o nível de armazenamento do reservatório registrou 36% do volume útil, representando uma forte queda, em relação ao valor no final de agosto. Para a bacia de drenagem da UHE Passo Real, localizada no Rio Jacuí – Rio Grande do Sul, a vazão afluente representou 82% em setembro, e o armazenamento no reservatório foi 77% do seu volume útil, uma queda de 10% com relação ao mês de agosto.

L. PREVISÃO SAZONAL E SUB-SAZONAL PARA O BRASIL

Conforme o monitoramento e previsão feitos nos últimos meses, a condição atual no Oceano Pacífico reflete um cenário de La Niña, isto é, um resfriamento das águas superficiais no Oceano Pacífico e um enfraquecimento dos ventos alísios. As chances são acima de 70%, portanto mais do que o dobro de uma chance climatológica, para que este padrão perdure até Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2021. Vale lembrar que a La Niña se apresenta como fator modulador da chuva na Região Sul e no sul do Brasil-Central, no sentido de favorecer anomalias negativas.  As previsões sazonais multimodelo de chuva do International Research Institute e do CPTEC/INMET/FUNCEME (ambas produzidas em setembro/2020) concordam em prever condições desfavoráveis para chuva nos estados da Região Sul como um todo e na porção centro-sul do Brasil (principalmente Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e Paraná), durante outubro-novembro-dezembro de 2020 (OND/2020). Portanto, é apropriado manter um estado de atenção para estas regiões. As previsões subsazonais indicam um cenário desfavorável para a precipitação nas regiões supra citadas até final de outubro/2020.

 

REGISTRO DE IMPACTOS: Gostaria de contribuir registrando ocorrência de eventos de secas no seu município?  Sua informação é bem-vinda,  mesmo  ocorrências  de pequenos impactos são de extrema importância. Você pode enviar suas informações pelo link: REGISTRO DE IMPACTOS DE SECAS .

Para mais informações fale conosco: secas@cemaden.gov.br
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